Indústria da cortiça · Santa Maria da Feira
Segurança no trabalho na cortiça em Santa Maria da Feira.
Quase oito em cada dez empresas da indústria da cortiça estão em Santa Maria da Feira. Do parque de pranchas à cozedura, da trituração à expedição, as fábricas movimentam cargas pesadas todos os dias. Damos a formação na vossa fábrica, com os vossos equipamentos e nos horários dos turnos.
01 / O setor na zona
Indústria da cortiça em Santa Maria da Feira.
Segundo o estudo da APCOR de 2023, com dados do INE, havia em 2021 815 empresas da indústria da cortiça em Portugal, e 635 delas (77,9 %) estavam no concelho de Santa Maria da Feira. A própria APCOR, a associação do setor, tem sede em Santa Maria de Lamas.
É uma indústria exportadora: em 2022 Portugal vendeu ao estrangeiro 1220 milhões de euros em cortiça, 58,5 % das exportações mundiais do produto. O mesmo estudo mostra que o número de empresas caiu na última década sobretudo nas pequenas unidades de preparação, enquanto aumentaram as rolheiras e as de outros produtos de cortiça.
Numa fábrica de cortiça os riscos mudam de fase para fase: receção e armazenagem das pranchas, cozedura e estabilização, traçagem e brocagem, trituração para granulados e aglomerados, escolha, acabamento e expedição.
Em números
- 635 das 815 empresas do setor ficam em Santa Maria da Feira (INE 2021, estudo APCOR 2023)
- 58,5 % das exportações mundiais de cortiça saem de Portugal (2022, estudo APCOR 2023)
- 22,2 % dos acidentes de trabalho de 2024 aconteceram na indústria transformadora (GEP)
02 / Riscos
Onde estão os riscos.
Por fase do processo, como os vemos nas fábricas e armazéns do setor.
- Empilhadores no parque de pranchas e nos armazéns de fardos: cargas volumosas, piso irregular no exterior e pilhas altas que tiram visibilidade.
- Cozedura e estabilização: em muitas fábricas as paletes de pranchas entram e saem dos tanques com pontes rolantes ou talhas, com vapor e piso molhado à volta.
- Trituração e granulados: silos, tapetes e condutas que pedem manutenção em altura, muitas vezes com plataformas elevatórias.
- Expedição: carga de camiões e contentores com empilhadores e porta-paletes, com peões no cais.
- Pó de cortiça: conta para o risco de incêndio e é a causa da suberose, uma doença pulmonar profissional. Trata-se na avaliação de riscos, com o serviço de SST e a medicina do trabalho; não é tema dos nossos cursos.
03 / Cursos recomendados
O que pedir e porquê.
Por ordem de prioridade. O programa de cada curso é ajustado aos vossos equipamentos.
Segurança na operação com empilhadores e cargas
- Para quem conduz empilhadores no parque de pranchas, nos armazéns e na expedição. A prática faz-se com os vossos empilhadores e as vossas paletes e fardos.
Plataformas elevatórias e pontes rolantes
- Para os operadores de pontes rolantes e talhas da cozedura e para a manutenção: lingagem, acessórios de elevação e sinalização gestual.
Trabalhos em Altura e Instalação de Linhas de Vida
- Para a manutenção que intervém em silos, coberturas e estruturas da trituração: arnês, ancoragens e plano de resgate.
Segurança na operação com plataformas elevatórias
- Quando a manutenção ou os armazéns altos usam plataformas de tesoura ou de lança.
04 / Plano-exemplo
Como pode ficar o plano.
Exemplo: fábrica de rolhas com 60 trabalhadores, em dois turnos.
Empilhadores
8 operadores, 2 grupos
de 4, um por turno,
8 horas cada grupo.
Pontes rolantes
3 da cozedura e 2
da manutenção, 1 grupo,
8 horas num só dia.
Trabalhos em altura
4 da manutenção,
16 horas repartidas
por 4 manhãs.
Resultado
17 formandos e 168 h
de formação certificada,
sem parar a produção.
É um exemplo. O plano real depende dos equipamentos, do número de pessoas e dos turnos da vossa fábrica: enviamos a proposta no mesmo dia útil.
05 / O que a empresa recebe
Formação dada. E provada.
Numa inspeção ou depois de um acidente, conta o que está escrito. Entregamos o processo completo de cada ação.
Certificados SIGO
Um certificado SIGO
por formando, registado
na caderneta individual.
Presenças e sumários
Folhas de presença
assinadas e sumários
de cada sessão.
Avaliação e relatório
Avaliação de cada
formando e relatório
final da ação.
Prova para auditorias
Documentação pronta
para a ACT, a obra
ou o seu cliente.
06 / Perguntas
Dúvidas frequentes.
Veja também: Indústria e metalomecânica · Formação em Santa Maria da Feira
Dão a formação dentro da fábrica, em Santa Maria da Feira?
Sim. O formador vai à vossa fábrica e a parte prática faz-se nos vossos equipamentos: empilhadores, pontes rolantes, talhas e plataformas. Não há custo de sala nem deslocação dos trabalhadores.
A formação de empilhador é obrigatória numa fábrica de cortiça?
O DL 50/2005 obriga o empregador a dar formação adequada a quem utiliza equipamentos de trabalho e reserva a condução de equipamentos automotores, como os empilhadores, a trabalhadores com formação. Vale para qualquer fábrica, incluindo as de cortiça.
Os vossos cursos tratam o pó de cortiça e a suberose?
Não. Os nossos cursos são de equipamentos de elevação e movimentação de cargas e de trabalhos em altura. A exposição ao pó de cortiça trata-se na avaliação de riscos, com o serviço de segurança e saúde no trabalho e a medicina do trabalho da empresa.
Podemos fazer a formação por turnos?
Sim. Dividimos os grupos por turno e marcamos as sessões nos horários combinados com a produção, para a fábrica não parar.
A formação conta para as 40 horas anuais?
Sim. Somos entidade formadora certificada pela DGERT e cada formando recebe o certificado SIGO, que conta para as 40 horas de formação contínua do artigo 131.º do Código do Trabalho.
07 / Pedido de orçamento
Orçamento para a sua equipa.
Quantas pessoas, que equipamentos e onde. Enviamos a proposta no mesmo dia útil.
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